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11º Agrimark Brasil debate abastecimento mundial de alimentos e segurança alimentar

May 15, 2015

Uma das principais agendas do agronegócio do Estado, promovido pelo I-UMA (Instituto de Educação do Agronegócio) reúne em Porto Alegre o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, o representante da FAO/ONU no Brasil, Alan Bojanic, e o Diretor de Transferencia de Tecnologia da Embrapa, Waldyr Stümpf, entre outras lideranças. Encontro acontece no dia 29 de maio (sexta-feira), das 13h30min às 16h50min, no Salão Nobre da Federasul. Entrada franca.

 

Como produzir mais alimentos no mundo, atender a demanda da população e garantir a segurança alimentar, sem prejudicar o meio ambiente? O Brasil está capacitado para ampliar a produtividade do setor agrícola, melhorar a tecnologia e garantir segurança alimentar? Estas e outras questões irão pautar o debate entre instituições âncoras da Agricultura e do Meio Ambiente com lideranças de entidades setoriais, de pesquisa e tecnologia durante o 11° Agrimark, que ocorre no dia 29 de maio (sexta-feira), das 13h30min às 16h50min, no Salão Nobre da Federasul. O tema central do encontro comandado pelo Instituto de Educação no Agronegócio (I-UMA) será Abastecimento Mundial de Alimentos e a Segurança Alimentar – Um Compromisso das Nações.  O credenciamento será feito no local, e a entrada é franca. Inscrições devem ser realizadas pelo site www.i-uma.edu.br/ www.agrimarkbrasil.com.br , por e-mail (agrimark@i-uma.edu.br) ou por telefone (51) 3224.6111.

 

“Ainda temos 800 milhões de famintos no mundo e não podemos deixar de perseguir o objetivo de erradicar a fome em todo o planeta”, alerta o representante da FAO/ONU para o Brasil, Alan Bojanic. Ele integra o time de palestrantes convidados da conferência como o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Caio Tibério Dornelles da Rocha, do Diretor de Tranferencia de Tecnologia da Embrapa, Waldyr Stümpf, do Secretário do Extrativismo e Desenvolvimento Rural  Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Carlos Guedes de Guedes e do diretor de Assuntos Corporativos da Syngenta para a América Latina, Valter Brunner.

 

“Temos trabalhado para aumentar a produção de alimentos sem prejudicar o meio ambiente e suprir a demanda mundial”, aponta Caio Rocha. Segundo o secretário do MAPA, a meta do governo é de ampliar em 40% a produção do setor na próxima década. “Os dados têm mostrado que é possível produzir mais, com menos desmatamento. Nos últimos anos, a área plantada aumentou somente 1,3%, enquanto a produção cresceu 3,5%, graças à adesão de tecnologia”, argumenta Rocha. Por outro lado, ele admite que os problemas da fome e da demanda por segurança alimentar têm uma dimensão global e tendem a persistir em algumas regiões, a não ser que, se tomem medidas urgentes, tendo em conta o crescimento da população e a pressão exercida sobre os recursos naturais. “No âmbito do governo federal, já temos colocado em práticas algumas medidas, como o Pronaf, o programa do Ministério do Desenvolvimento Agrário para a agricultura familiar, o Programa de Aquisição de Alimentos; e o Plano ABC, que tem contribuído para a implementação de tecnologias do campo, como o Plantio Direto e a integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF), coordenado pela Embrapa, que beneficiam o meio ambiente e ajudam a reduzir a emissão de carbono na agricultura, liderando a recuperação de pastagens degradadas no Brasil”, aponta o secretário do MAPA.

 

 Plano global de agricultura sustentável da Syngenta é estratégia para assegurar sustentabilidade da produção agrícola em um contexto de alta adversidade no meio rural

 

“Para a Syngenta, a sustentabilidade está no cerne de nossa estratégia, e quando desenvolvemos nossos produtos levamos em conta diferentes aspectos, como produtividade, cuidado com o meio ambiente, desenvolvimento socioeconômico das comunidades rurais, bem como a segurança do trabalhador rural”, afirma o diretor da companhia especializada em produtos químicos e sementes para o agronegócio. Mas garantir a segurança alimentar, só será possível por meio de um trabalho conjunto de toda a cadeia produtiva, envolvendo agricultores, empresas do setor, governos, ONGs e a sociedade em geral, pondera Brunner, referindo-se ao cenário de 2 milhões de óbitos por ano em todo o mundo por decorrência de contaminação alimentar, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). 

 

Há dois anos, a Syngenta lançou o The Good Growth Plan, um plano global de agricultura sustentável, com metas que devem ser cumpridas até 2020. O programa é voltado a aumentar a produtividade dos principais cultivos sem o consumo adicional de insumos, água ou terra; a preservação do meio ambiente, e o cuidado com o trabalhador rural, promovendo treinamentos e a segurança no campo, além de oportunidades para os pequenos agricultores aumentarem sua produtividade em até 50%. “O Plano foi motivado pela necessidade de respostas mais urgentes para assegurarmos a sustentabilidade da produção agrícola em um contexto de alta adversidade, que envolve pressões provocadas pelas mudanças climáticas, perda de solo produtivo e biodiversidade, e condições de trabalho precárias no meio rural”, comenta o diretor da Syngenta.

 

Também o aperfeiçoamento da logística dos alimentos, desde a saída do campo, armazenagem, transporte e consumo é essencial para reduzir o desperdício. “Somos um dos maiores exportadores mundiais de alimentos e precisamos deixar de vender commodities, dando garantias de rastreabilidade dos produtos e boas práticas de manuseio”, observa o presidente do I-UMA, José Américo da Silva, lembrando que a escolha do temário central desta edição do Agrimark está diretamente ligada à necessidade de controle das perdas e agregação de valor aos produtos exportados. “A sustentação dos mercados depende da produção sustentável, mas também de políticas públicas punitivas para casos de adulterações”, conclui o dirigente.

 

Sobre o AGRIMARK BRASIL:

Promovido pelo I-UMA, o Agrimark Brasil está na agenda anual dos principais formadores de opinião e executivos que atuam no agronegócio brasileiro e na mídia especializada, desde 2004. É considerado um privilegiado espaço para o diálogo, exposição de ideias, tendências, ações e projetos ligados ao desenvolvimento do Estado e do País.

 

Sobre o I-UMA:

O Instituto Universal do Marketing do Agronegócio é uma instituição brasileira de educação, com sede em Porto Alegre (RS) com dedicação exclusiva ao conhecimento especializado nas relações de negócios e marketing no Agribusiness. Há mais dez anos, vem capacitando empresários gestores de empresas, profissionais e negociadores com o objetivo de ampliar seu conhecimento multidisciplinar do agronegócio e de instrumentalizá-los para um novo mercado socioeconômico internacional. Em seu portfólio, o instituto oferece cursos Presenciais e a Distância em nível de pós-graduação, MBA, Extensão, “In Company” e cursos “In Farm”, além de promover seminários, workshops e eventos nacionais como o AGRIMARK BRASIL.

 

SERVIÇO:

O que: 11º Agrimark Brasil

Quando: 29 de maio de 2015, das 13h30min às 16h50min

Onde: Salão Nobre da FEDERASUL (Largo Visconde do Cairú, 17 – 7º andar – Centro/POA)

Ingresso: Entrada franca

Inscrições:  

Site: www.i-uma.edu.br/ www.agrimarkbrasil.com.br

E-mail: agrimark@i-uma.edu.br

Telefone: (51) 3224.6111

 

 

COVIDADOS AGRIMARK BRASIL

 

·         José Ivo Sartori - Governador do Rio Grande do Sul

·         Caio Tibério Dornelles da Rocha - Secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)

          Carlos Guedes de Guedes - Secretário do Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente

·         Valter Brunner– Diretor de Assuntos Corporativos da Syngenta para a América Latina

·         Waldir Stümpf – Diretor de Tranferencia de Tecnologia da EMBRAPA

·         Alan Bojanic – Representante da FAO/ONU para o Brasil

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